domingo, 19 de dezembro de 2010

Advento 2010

Dá-nos Senhor, neste Advento, a coragem dos recomeços.
Não nos deixes acomodar ao saber daquilo que foi:
dá-nos largueza de coração para abraçar aquilo que é.
Afasta-nos do repetido, do juízo mecânico que banaliza a história,
pois a priva de surpresa e de esperança.
Torna-nos atónitos como os seres que florescem.
Torna-nos inacabados como quem deseja.
Torna-nos atentos como quem cuida.
Torna-nos confiantes como os que se atrevem
a olhar tudo, e a si mesmos, de novo
pela primeira vez.

Texto: José Tolentino Mendonça
Comunidade da Capela do Rato, Lisboa

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Toca-me que eu deixo.


The Bride, originally uploaded by flickring Nemo / Manuel.

Vá... Segue-me.


, originally uploaded by flickring Nemo / Manuel.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Fecha

Fecha e não deixes ninguém entrar.
Aqui só nós.


, originally uploaded by flickring Nemo / Manuel.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Chove...

... aqui e ali.
... em cima e em baixo.
... dentro e fora.
... por todo e em todo o lado.
Mas aqui não chove, eu não deixo.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Não me perguntem porquê.

Porque não sei.
Porque sei e não quero dizer.
Porque não quero dizer, mas sei.
Porque quero dizer, mas não sei.
...
Não me perguntem porquê.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Bem a propósito de declarações proferidas ontem...O socialismo realmente funciona???

Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado
uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e "justo."
O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas
nas provas."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seria "justas." Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou
indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma.
Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como resultado, a segunda média das provas foi "D".
Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer
parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades
e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da
sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano...

Para sua total surpresa.

O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela foi baseado no menor esforço possível da parte de seus
participantes.
Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não
batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."

Veja abaixo...!
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe
sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando
metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustenta-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."


Adrian Rogers, 1931

Porque é que entrou na moda os rapazes usarem as calças por baixo do rabo?

A VERDADEIRA HISTÓRIA
Esta tendência nasceu nas prisões dos Estados Unidos. Os reclusos que estavam receptivos a relações sexuais com outros homens tiveram que inventar um sinal que passasse despercebido aos guardas prisionais para não sofrerem consequências... Por isso, quem usasse calças descaídas por baixo do rabo estava somente a mostrar que estava disponível para ter sexo anal com outros homens...
E assim nasce uma moda. Um look super cool, gay!...
(a divulgação desta mensagem é um serviço público contra o mau gosto e a degeneração de costumes)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

sexta-feira, 23 de abril de 2010

quarta-feira, 24 de março de 2010

terça-feira, 23 de março de 2010

...

«O pensamento ainda é a melhor maneira de fugir ao pensamento». Fernando Pessoa

terça-feira, 16 de março de 2010

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Entrevista para ler...

Fernando Nobre deu uma entrevista ao Jornal Expresso. Aqui fica o link para quem estiver interessado em ler. Boa leitura.

Entrevista de Fernando Nobre ao Jornal Expresso

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Fernando Nobre


Finalmente temos um candidato a Presidente da República que vem da sociedade... Já fazia falta.

sábado, 23 de janeiro de 2010

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Partilha...

Uma amiga enviou-me e como gostei muito... resolvi partilhar... espero que também gostem. Bom Ano.


Receita de ano novo


Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Carlos Drummod de Andrade