quinta-feira, 28 de junho de 2012

É tempo de fado. É fado do tempo. É tempo de tempo. Fado de fado. O tempo é fado. Fado é tempo… Anexo a quem tem de pertencer. É fado… É fado o alimento das arritmias. Salgado o que amamenta a alma… Cega a luminosidade que translade a ventana… Vínculo no cosmo de quem domicilia. É fado… É fado o que habita no tarso… A planta do pé murcha e já não vigora fulgor na marcha.

AJO

1 comentário:

Jorge Rodrigues disse...

É tempo do destino... Ele, que nos controla. Ou não.

Gostei. Felicidades :)
JR